Mapa da Desigualdade

Mobilidade Urbana

Pessoas que gastam mais de uma hora para ir de casa até o trabalho

Uso do tempo com o deslocamento casa-trabalho. Percentual da população residente ocupada que leva, em média, mais de uma hora para chegar até o local de trabalho, independente do(s) modal(is) utilizado(s). Fonte dos dados: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censo de 2010.

Mobilidade Urbana

Pessoas que trabalham fora do município onde moram

Pendularidade. Percentual da população residente ocupada que trabalha em outro município e volta para casa diariamente. Fonte dos dados: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censo de 2010.

Mobilidade Urbana

Pessoas que trabalham no município do Rio de Janeiro

Centralidade da capital. Percentual da população residente ocupada que trabalha no município do Rio de Janeiro e volta para a casa diariamente. Fonte dos dados: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censo de 2010.

Mercado de Trabalho

Pessoas que trabalham sem registro formal

Taxa de informalidade. Percentual da população com idade para trabalhar (15 a 70 anos), residente no município, que está ocupada sem carteira assinada ou trabalha por conta-própria, sem registro formal. Fonte dos dados: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censo de 2010.

Mercado de Trabalho

Pessoas desempregadas, procurando trabalho

Taxa de desemprego ou taxa de desocupação. Percentual da população com idade para trabalhar (15 a 70 anos), residente no município, que se encontra desempregada (mercados formal e informal) e alega estar procurando trabalho. Fonte dos dados: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censo de 2010.

Mercado de Trabalho

Pessoas que não participam do mercado de trabalho

Taxa de participação no mercado de trabalho ou taxa de inatividade. Percentual da população, com idade para trabalhar (15 a 70 anos), residente no município, que não está ocupada em nenhum tipo de trabalho remunerado e alega não estar à procura de trabalho. Fonte dos dados: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censo de 2010.

Pobreza e Renda

Renda média mensal por pessoa

Renda domiciliar per capita. Total da renda auferida mensalmente por uma família residente no município, dividido pelo número de membros. Fonte dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), corrigido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), data-base: dezembro de 2015.

Pobreza e Renda

Pessoas que vivem com até R$ 140 reais por mês

Taxa de pobreza, vulnerabilidade. Percentual da população residente no município, que vivia com até R$ 140 mensais, em 2010. Fonte dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organizados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no Atlas Brasil, publicado em 2013.

Pobreza e Renda

Pessoas que vivem com até R$ 70 reais por mês

Taxa de pobreza extrema, indigência. Percentual da população residente no município, que vivia com até R$ 70 mensais, em 2010. Fonte dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organizados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no Atlas Brasil, publicado em 2013.

Educação

Crianças de até 3 anos matriculadas na creche

Acesso à Creche. Percentual da população de 0 a 3 anos de idade, residente no município, que estava frequentando a escola em qualquer nível ou série. Fonte dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organizados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no Atlas Brasil, publicado em 2013.

Educação

Crianças de 4 e 5 anos na pré-escola

Acesso à pré-escola. Percentual da população de 4 a 5 anos de idade, residente no município, que estava frequentando a escola em qualquer nível ou série. Fontes dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no Atlas Brasil, publicado em 2013.

Educação

Crianças e adolescentes fora da escola, entre 6 e 14 anos

Taxa de Evasão Escolar. Percentual da população entre 6 e 14 anos de idade, residente no município, que não estava frequentando a escola, em qualquer nível ou série. Fonte dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organizados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no Atlas Brasil, publicado em 2013.

Educação

Pessoas maiores de 18 anos com ensino médio completo

Escolaridade e capacitação. Percentual da população de 18 anos ou mais de idade, residente no município, que concluiu o ensino médio, em quaisquer de suas modalidades (regular seriado, não seriado, EJA ou supletivo). Fonte dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organizados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no Atlas Brasil, publicado em 2013.

Educação

Nota média no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica)

Qualidade do Ensino. Média entre os resultados das séries iniciais e finais das escolas públicas localizadas no município. O IDEB 2013 foi calculado a partir do desempenho obtido pelos alunos que participaram da Prova Brasil/Saeb 2015 e das taxas de aprovação, calculadas com base nas informações prestadas ao Censo Escolar 2015. Fonte dos dados: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), do Ministério da Educação (MEC), ano-base: 2013.

Segurança Pública e Cidadã

Taxa de homicídios, a cada 100 mil habitantes

Letalidade violenta. Corresponde ao somatório do número de homicídio doloso, roubo seguido de morte (latrocínio), lesão corporal seguida de morte e homicídio proveniente de oposição à intervenção policial, dividido pela população residente. Multiplica-se por 100 mil para obter a taxa comparável. Fonte de dados: Portal do Instituto de Segurança Pública (ISP), vinculado à Secretaria de Segurança Pública do governo do estado do Rio de Janeiro, ano-base 2016.

Segurança Pública e Cidadã

Taxa de homicídios de jovens negros, a cada 100 mil habitantes

Violência contra a juventude negra. Número de homicídios dolosos de jovens (15 a 29 anos) negros (pretos e pardos) ocorridos no município dividido pelo total de jovens negros residentes no município. Multiplica-se por 100 mil para obter a taxa comparável. Fonte de dados: Mapa da violência 2014, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Flacso-Brasil, ano-base: 2012.

Segurança Pública e Cidadã

Mortes decorrentes de intervenção policial, taxa por 100 mil habitantes

Autos de resistência. Número de homicídios cometidos por policiais no município, dividido pela população residente. Multiplica-se por 100 mil para obter a taxa comparável. Fonte de dados: Portal do Instituto de Segurança Pública (ISP), vinculado à secretaria de segurança pública do governo do estado do Rio de Janeiro, ano-base: 2016.

Saúde

Expectativa de vida, medida em anos

Esperança de vida ao nascer. Número médio de anos que a população residente no município deverá alcançar, levando-se em conta o nível e o padrão de mortalidade por idade, prevalecentes no Censo de 2010, do IBGE. Fonte de dados: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), através do Atlas Brasil, lançado em 2013.

Saúde

Gravidez na adolescência, 15 a 17 anos

Percentual de mulheres, de 15 a 17 anos de idade, residentes no município, que já tiveram filho. Fonte dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organizados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no Atlas Brasil, lançado em 2013.

Saúde

Mortalidade infantil, a cada mil nascimentos

Taxa de mortalidade até um ano de idade. Número médio de crianças que não sobrevivem ao primeiro ano de vida em cada 1.000 crianças nascidas vivas, levando-se em conta o nível e o padrão de mortalidade infantil, prevalecentes no Censo de 2010, do IBGE. Fonte de dados: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), através do Atlas Brasil, lançado em 2013.

Saneamento Básico

Pessoas atendidas por serviço de esgotamento sanitário

Coleta de esgoto. Percentual da população total residente no município cuja residência está conectada a redes de esgoto, sendo atendida com esgotamento sanitário pelo prestador de serviços. Fonte de dados: Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), vinculado ao Ministério das Cidades (MCidades), ano-base: 2014.

Saneamento Básico

Pessoas atendidas por rede de água

Abastecimento de água. Percentual da população total residente no município cuja residência está conectada a economias ativas de água, sendo atendida pelo prestador de serviços. Fonte de dados: Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), vinculado ao Ministério das Cidades (MCidades), ano-base: 2014.

Saneamento Básico

Pessoas atendidas por serviço de coleta de lixo

Resíduos Sólidos. Percentual da população total residente no município que é atendida pelas distintas formas de coleta e destinação final do lixo. Fonte de dados: As informações são produzidas pelo IBGE e organizadas no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), vinculado ao Ministério das Cidades (MCidades), ano-base: 2014.

O Mapa da Desigualdade agrega 23 indicadores sobre sete temas-chave da realidade metropolitana do Rio de Janeiro: Mobilidade, Mercado de trabalho, Pobreza & Renda, Educação, Segurança Pública & Cidadã, Saúde e Saneamento Básico. Os dados são de fontes oficiais.

A visualização na forma de mapas ilustrados mostra os diferentes padrões de vida dos 12 milhões de residentes nos 21 municípios que compõem a Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ). Um dos propósitos deste exercício é promover um olhar metropolitano para questões transversais e entender a situação de cada território neste cenário.

Com isso, a Casa Fluminense busca preencher uma lacuna em termos de difusão de informações públicas com o intuito de qualificar o debate, ampliar o alcance do conhecimento sobre os territórios e facilitar a assimilação dos dados disponíveis. O aprofundamento da democracia, a promoção da igualdade territorial e o horizonte do desenvolvimento sustentável são as metas.

Aproprie-se!

Infográficos da Desigualdade

O Rio é uma metrópole desigual: são 12,3 milhões de habitantes, 21 municípios e 1 capital acostumada a segregar todos ao seu redor. A Casa Fluminense lança sua série Infográficos da Desigualdade, publicações rápidas e de fácil entendimento que vai apontar a cada nova edição uma realidade a ser encarada como prioridade nos próximos anos. Acompanhe!

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Jovens Nem Nem

dezembro 2017
Juventude e Oportunidade

A falta de oportunidade para a juventude impacta diretamente a trajetória dos jovens no futuro. O infográfico aponta para a necessidade de mais políticas públicas voltadas para o estímulo à educação e à permanência dos jovens nas escolas, uma educação de qualidade, pública e atrativa, que possa abordar com responsabilidade temas como a importância de uma capacitação profissional, sexualidade e gênero, principalmente com o objetivo de conscientizar para os riscos de uma gravidez precoce e para a situação de vulnerabilidade social destas jovens mães/meninas, reflexo das desigualdades territoriais de nossa metrópole. A maternidade precoce é o principal motivo para o alto índice de evasão escolar das meninas, principalmente as meninas negras. Quando refletimos sobre como a nossa sociedade está constituída, onde o trabalho doméstico e o ato de cuidar jamais foi reconhecido / remunerado pelos governos e historicamente sempre foi atribuído às mulheres, essas jovens meninas que se tornam mães precocemente têm o futuro marcado pelo abandono e falta de oportunidades. A sociedade pune as meninas de todas as formas, sejam quando optam por terem os filhos (abandonando por consequência a escola e assim todas as possibilidades de formação profissional e de um futuro melhor) ou criminalizando o aborto que vitima milhares de mulheres, principalmente as mais pobres. Uma forma de tentar mudar essa realidade é através de uma educação escolar inclusiva e democrática que desde cedo levante o debate sobre gênero e machismo nas escolas. Isso pode ajudar bastante no combate à violência contra as mulheres e população LGBT de modo a protegê-los e até mesmo evitar uma sexualização precoce dessas pessoas.

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Um réveillon por dia

dezembro 2017
Mobilidade Urbana

Todos os dias 2 milhões de pessoas precisam se deslocar até a capital em busca de oportunidades de lazer, estudo e trabalho nas áreas privilegiadas do Rio, a mesma quantidade de pessoas que visita a praia de Copacabana no Ano Novo. Isso faz da nossa Região Metropolitana a que apresenta o maior tempo de deslocamento Casa-Trabalho do país (CENSO/IBGE, 2010), uma média de duas a quatro horas por dia. Quando levamos em consideração o descaso político com o transporte público, percebemos também que há um total descaso com a população que o utiliza, principalmente com os usuários(as) dos trens metropolitanos, o que impacta severamente na qualidade e na expectativa de vida dessas pessoas.

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Homicídios na Baixada

janeiro 2018
Segurança Pública

A violência no estado do Rio é um reflexo das desigualdades sociais e territoriais que vivemos. A Baixada Fluminense é quase duas vezes mais violenta que a capital, não por acaso temos  também uma das Regiões Metropolitanas mais densas e pobres do país. Enquanto Queimados possui a maior taxa média de homicídios do estado, 134,8 mortes violentas, contra 29,4 da capital; em relação ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) entre os municípios brasileiros, Japeri ocupa a 2924ª posição. (PNUD/ONU, 2013).

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Nem o básico do saneamento

janeiro 2018
Saneamento Básico

Deixar faltar água e esgotamento para a população é violação aos Direitos Humanos. Cumprir com as entregas dos planos municipais saneamento, retomar as ações de reversão da degradação com Programa de Saneamento Ambiental dos Municípios do Entorno da Baía de Guanabara (PSAM) e ressignificar a atuação das agências reguladoras do setor são caminhos para avançarmos na ampliação do acesso à rede de coleta e tratamento de esgoto, um desafio histórico no Rio metropolitano.

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Reciclar é luxo no Rio

Fevereiro 2017
Política de Resíduos Sólidos

Apesar do estado do Rio ser um dos que mais produz resíduos no país, na capital, apenas 4% são reciclados. É preciso ampliar a coleta seletiva em todos os municípios da metrópole, realizar a inclusão remunerada dos catadores junto às suas associações comunitárias e promover campanhas de educação da população em geral para o trato com o lixo doméstico.

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É preciso mudar o cep do trabalho

Fevereiro 2018
Emprego e renda

O Rio precisa gerar empregos de forma equilibrada na metrópole. Fomentar o desenvolvimento de centralidades em Santa Cruz, Campo Grande, Madureira, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São Gonçalo e outros municípios é um caminho nessa direção. Por outro lado, precisamos ampliar a oferta de habitação popular no centro, especialmente na região portuária.

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Ensino médio abaixo da média

abril 2018
Educação

A educação do ensino médio no Rio está abaixo da média! São 200 mil adolescentes de 15 a 17 anos da região metropolitana do Rio de Janeiro fora do ensino médio. De acordo com estudo sobre evasão e abandono escolar da Fundação Brava, no Brasil, quase 3 milhões de jovens deixam a escola anualmente.

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