Fomentar o protagonismo da elaboração de dados criados por e para periferias, favelas e comunidades originárias e tradicionais reconhecendo essa tecnologia representativa como uma ferramenta de descentralização da produção de informação. Para democratizar os dados públicos, a GCD deve estar presente nas produções de institutos e centros de pesquisa, planejamento e estatísticas municipais, metropolitanas e estaduais.
Em que pé está a Região Metropolitana do Rio?
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Muitas cidades brasileiras carecem de dados qualificados para apoiar o planejamento estratégico de políticas públicas e intervenções urbanas. Essa falta de produção de informação junto à baixa transparência e divulgação de dados, torna a gestão pública menos efetiva e democrática, além de dificultar a compreensão dos problemas que a população enfrenta nos territórios, sobretudo as pessoas mais vulnerabilizadas.
Outro ponto é que em muitas cidades vemos também o descumprimento da Lei de Acesso à Informação (12.527/2011), um instrumento de controle social que precisa ter prazos dos pedidos respeitados e respostas adequadas aos conteúdos.
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