Garantir programas e ações de segurança pública que priorizem a proteção da vida assegurando o acesso das pessoas aos direitos básicos. É preciso investir em infraestrutura, conservação e bom funcionamento dos serviços e das áreas públicas, apostando em um outro modelo de segurança. Com menos combates armados, utiliza-se o amplo orçamento da pasta para investir em mais transparência com tecnologias de monitoramento dos serviços.
Em que pé está a Região Metropolitana do Rio?
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Os municípios não podem continuar se ausentando do debate da segurança pública, que até então se prende a uma lógica de combate ao crime e do armamento, é preciso que a gestão pública chegue antes. São as prefeituras as principais responsáveis pelos serviços públicos mais próximos à vida cotidiana da população, a disputa começa com um trabalho preventivo estratégico com foco na proteção da vida, principalmente da juventude negra e periférica.
Na Região Metropolitana do Rio, uma a cada três vítimas de mortes violentas são jovens de 18 a 29 anos, em sua maioria homens e negros. Proteção e defesa da vida têm a ver também com a garantia de políticas urbanas e sociais, em ações intersetoriais por parte dos governos municipais para a garantia de acesso e pleno funcionamento de serviços básicos. Uma cidade segura passa por uma cidade com livre circulação de pessoas, respeito ao trabalhador informal e apoio para se locomover com iluminação e presença pública nas vias entre outros equipamentos rotineiros que precisam do controle e fiscalização da gestão para funcionar.
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