02. Emprego e Renda

Gerar renda a partir dos territórios, distribuir riquezas

Mais da metade do emprego formal da Região Metropolitana do Rio de Janeiro (51%) está localizada no eixo que vai do centro da cidade até a Barra da Tijuca, via orla, incluindo os bairros da Tijuca e Jacarepaguá. Nessa área não reside nem um quinto (19%) do total da população metropolitana. Reequilibrar a metrópole deve ser a meta para a necessária reconfiguração da economia do estado.

Diversos fatores são analisados para explicar a crise e a falência do governo fluminense: má gestão dos recursos públicos, corrupção, alta dependência da economia do petróleo, pouca contrapartida dos incentivos fiscais, falta de transparência e de planejamento, entre outros. Todos trouxeram como reflexo dados alarmantes para a RMRJ, justificados oficialmente pela “falta de recurso”, tais como: o alto desemprego (15%), a alta informalidade (30%) e a baixa taxa de participação no mercado de trabalho (60%), de acordo com dados do primeiro trimestre de 2018 da PNAD/IBGE.

A capital do Rio foi a cidade do Brasil que mais fechou postos formais de trabalho em 2017, totalizando 55 mil postos (RAIS/MTE). Em segundo lugar, muito atrás, está a cidade de São Paulo, que perdeu 15 mil. Entre as 25 maiores quedas, ainda há 4 cidades da RMRJ: Duque de Caxias, Niterói, Nova Iguaçu e São Gonçalo, totalizando 20 mil empregos a menos nas periferias metropolitanas.

As consequências dessas variáveis são desafios que queremos tratar nos próximos capítulos. Nesse sentido, a perspectiva regional e urbana torna-se imprescindível para revertermos um quadro tão crítico.

Agenda Rio 2030 propõe: a adoção de iniciativas de apoio às micro e pequenas empresas, fomentar o empreendedorismo e a economia de baixo carbono, bem como a agricultura familiar, entre outros.

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