8º Fórum Rio

Com o fim do ciclo Copa e Olimpíadas e a conclusão das eleições municipais, o Rio se prepara para entrar em uma nova etapa da sua história política. Desde 2013 estivemos buscando atuar conjuntamente para garantir que a agenda desse novo momento estivesse expressamente comprometida com a promoção da igualdade, o aprimoramento da gestão pública e o desenvolvimento sustentável.

No 8º Fórum Rio damos sequência a esse processo, celebrando as conquistas da Campanha #Rio2017 e visualizando juntos o desafio de monitoramento e atuação conjunta no debate que virá. O encontro da rede acontecerá desta vez no MAC Niterói de 09h às 19h no dia 26 de novembro. A propostas é discutir o papel da sociedade civil no processo de transição dos novos governos e o monitoramento dessa gestões no período 2017-2020.

Programação

A parte da manhã será dedicada ao aprofundamento das propostas levantadas na Agenda Rio 2017 e demais documentos reunidos ao longo da Campanha. O objetivo é pactuar o conjunto de diretrizes a ser defendido como medidas prioritárias frente às novas administrações. Seguindo as temáticas mais discutidas na rede, três mesas de trabalho acontecem paralelamente em torno dos temas mobilidade urbana, saneamento básico e segurança pública. Quais devem ser as primeiras medidas tomadas pelos novos prefeitos nessas agendas?

Inscreva-se!

Após o almoço, deixamos o debate sobre o que defender e passamos à troca de ideias sobre as estratégias possíveis para potencializar nosso pleito frente às novas administrações e esfera pública em geral. O monitoramento das gestões, serviços públicos e condições de vida da população é uma ferramenta central para interação qualificada com o poder público. Para isso, a regulação e implantação plena da Lei de Acesso à Informação nos Municípios aparece como etapa chave para a conquista de governos mais abertos. Como aprimorar nossa capacidade de acesso a essas ferramentas? Como torná-las mais efetivas na defesa das prioridades da rede? Em paralelo, um roda de conversa será organizada em torno do desafio da articulação de atores da sociedade civil. Quais são os obstáculos à atuação conjunta? Como a Casa pode se tornar cada vez mais um espaço capaz de fomentar essa integração?

Participe